sexta-feira, 3 de junho de 2011

Alimentação balanceada ameniza efeitos do estresse

Atualmente, a doença que mais acomete o ser humano é o estresse, seja ele de qualquer natureza – físico, psicológico ou social. Mas exercícios físicos e atividades de relaxamento acompanhados de uma dieta equilibrada podem amenizar os efeitos dessa doença.

O estresse é um conjunto de reações que em grande quantidade leva o organismo a um desequilíbrio.

As principais causas do estresse são: alimentação incorreta, sobrecarga (pessoal ou profissional), fumo, baixa auto-estima, medo, trânsito etc. O desgaste que as pessoas são submetidas no ambiente de trabalho e suas funções específicas é fator dos mais significativos no aparecimento dessas doenças, além dos fatores pessoais.

No trabalho, por exemplo, tomar café para relaxar é um hábito freqüente – e um dos piores. Isso porque a cafeína é um estimulante, e causa efeito contrário ao pretendido. Para diminuir a irritação e o nervosismo é recomendado priorizar outras bebidas. O suco de laranja, de acerola ou limonada são as melhores escolhas, porque a vitamina C presente nessas frutas é antioxidante, e os antioxidantes atuam no combate aos radicais livres, um dos maiores causadores do estresse.



Confira outros alimentos que ajudam a diminuir o estresse:

Soja: contém o hormônio fitoestrógeno, presente também em leguminosas como feijão e lentilhas, com alto poder antioxidante. Uma caixinha de suco à base de soja é uma boa opção em lanches no trabalho. No almoço, que tal carne de soja pelo menos uma vez por semana?

Suco de uva: outra bebida capaz de substituir o café, pois contém a substância resveratrol, que reduz a ação dos radicais livres e, conseqüentemente, do estresse. Após o expediente, se você não for dirigir, uma pequena taça de vinho também ajuda.

Abóbora: fonte do antioxidante betacaroteno. Cenoura, beterraba, mamão, manga e batata doce também são ricos na substância.

Óleos vegetais: são ricos em vitamina E, substância que prepara o corpo para lidar melhor com o estresse das células, como o causado pela gripe. Além do azeite, você pode temperar sua salada com um pouco de óleo de girassol ou de milho.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Estudo alerta para o risco do consumo de bebidas esportivas e energéticas por crianças

A Academia Americana de pediatria lançou hoje que crianças não devem consumir bebidas energéticas. O relatório avaliou os componentes que constam nos rótulos das bebidas energéticas e esportivas nos Estados Unidos e concluiu que as bebidas energéticas possuem quantidades muito grandes de cafeína e outros estimulantes que podem trazer risco para as crianças. De acordo com a médica Marcie Beth Schneider, co-autora do relatório, é difícil saber quanto de cafeína há nos energéticos e alguns deles tinham 500mg de cafeína, o equivalente a 14 latas de refrigerante.

Para os autores do estudo, há muita confusão entre as bebidas esportivas (hidroeletrolíticos) e as bebidas energéticas e as propagandas de ambas são apontadas para o público infanto-juvenil. Adolescentes americanos muitas vezes não sabem as diferenças entre os dois tipos de bebidas e consomem uma bebida energética, rica em cafeína, quando apenas queriam se hidratar após o exercício.
Bebidas energéticas e esportivas são coisas diferentes. As bebidas esportivas contém carboidratos, minerais, eletrólitos e componentes para dar sabor e têm como objetivo repor a água e os eletrólitos perdidos pelo suor durante o exercício. Esse tipo de bebida pode ser útil para “jovens atletas” que pratiquem exercícios prolongados e vigorosos, mas na maioria dos casos apenas água é o suficiente para reidratar após atividades esportivas e recreativas normais da criança.

Já os energéticos, contém substâncias que não são encontradas nas bebidas esportivas e que agem como estimulantes, como cafeína, guaraná e taurina. A cafeína, estimulante mais popular, está ligada a uma série de efeitos deletérios em crianças, incluindo efeitos sobre o desenvolvimento dos sistemas neurológico e cardiovascular. As bebidas energéticas não são apropriadas para crianças e adolescentes em situação alguma, afirmam Schneider e Benjamin, para elas, as bebidas em geral contendo cafeína, como alguns refrigerantes devem ser evitadas.

Com isso, a Academia Americana de Pediatria recomenda para os médicos pediatras e aos nutricionistas que esclareçam as diferenças entre as bebidas energéticas e as esportivas para os seus pacientes e falem sobre os potenciais riscos.

domingo, 29 de maio de 2011

Nutricionista

Quando se pensa em Nutricionista, logo se associa a dieta, porém este profissional vai muito além de calcular e formular dietas balanceadas. Saiba um pouco mais:
Qual a função do Nutricionista?
A função do Nutricionista é investigar os hábitos alimentares das populações, seus impactos psicológicos, sociais, econômicos e culturais. Depois que se conhece as populações, o nutricionista propõe a aplicação de algumas intervenções alimentares para a promoção da qualidade de vida.
Como é uma consulta Nutricional?
Cada profissional cria um método específico para avaliação do seu paciente. Mas na maioria dos casos primeiramente deve-se fazer uma análise criteriosa sobre as necessidades do paciente, hábitos alimentares, personalidade e avaliação corporal e somente com todos esses dados o profissional poderá então montar um exame nutricional, as orientações necessárias, o guia alimentar e se necessário a suplementação.
Quando procurar um Nutricionista?
Sempre, afinal não se deve esperar alguma complicação associada à alimentação para a procura de um Nutricionista. Portanto sempre que possível procure este profissional, e faça deste um companheiro para a vida inteira, afinal, você nunca irá parar de comer e saber comer e estar por dentro das novidades é sempre bom, e este profissional pode lhe manter em contato com novidades e tendências alimentares sem lhe privar do prazer de comer.
Como funcionam os retornos?
Retornos são avaliados de acordo com a conduta do Nutricionista e a necessidade e característica do paciente.